Pedro Passos Coelho foi eleito líder do PSD em 25 de Março com cerca de 62 % de votos.
No Barómetro da Marktest ontem divulgado, O PSD ultrapassa o PS pela primeira vez desde que José Sócrates é Líder do seu partido.
Segundo esta sondagem o PSD alcançou 39,8 % e o PS fica-se pelos 34 %, a cerca de 6% de distância.
Estado de graça ?, desejo de de fugir às dificuldades anunciadas no PEC ?, ou será fuga para frente manifestada pelos inquiridos ?.
Talvez não seja nenhuma destas hipóteses, mas tão somente a subjectividade de mais uma sondagem e as circunstâncias do momento.
Uma coisa parece ser certa, há um novo ambiente no espectro político da área do PSD.
A iniciativa do novo Líder em contactar o PM e a declaração conjunta que se seguiu à reunião foi recebida positivamente pelos mercados. Os reflexos foram visíveis nesse mesmo dia com a forte subida das bolsas, e a aparente calma dos especuladores. Pelo menos a turbulência acalmou. Vamos ver por quanto tempo.
Contudo no interior do PSD, pelo menos no grupo parlamentar, levantou-se algum ruído contra este novo posicionamento de Passos Coelho.
É preciso serenar a “tendência” que defende a ideia de “cozinhar Sócrates em lume brando” pois esse caminho não tem dado bons “frutos”.
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